Skip to content
Opens in a new window
Listen to this chapter • 2:06

[1] Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

[2] Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

[3] E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, isso de nada me adiantará.

[4] O amor é paciente e bondoso. O amor não arde em ciúmes, não se envaidece, não é orgulhoso,

[5] não se conduz de forma inconveniente, não busca os seus interesses, não se irrita, não se ressente do mal.

[6] O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

[7] O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

[8] O amor jamais acaba. Havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará.

[9] Pois o nosso conhecimento é incompleto e a nossa profecia é incompleta.

[10] Mas, quando vier o que é completo, então o que é incompleto será aniquilado.

[11] Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.

[12] Porque agora vemos como num espelho, de forma obscura; depois veremos face a face. Agora meu conhecimento é incompleto; depois conhecerei como também sou conhecido.

[13] Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior deles é o amor.

Primeira Carta de Paulo aos Coríntios — Chapters