Skip to content
Opens in a new window
Listen to this chapter • 2:52

[1] Por isso, tendo nós, pela graça de Deus, esta missão a cumprir, não perdemos a coragem.

[2] Antes, evitamos as coisas escondidas que envergonham. Não nos comportamos de má-fé, nem falsificamos a palavra de Deus. Pelo contrário, a nossa maneira de comunicar a verdade abertamente diante de Deus leva as pessoas a reconhecerem a nossa sinceridade.

[3] E se a boa nova anunciada por nós alguma vez se apresenta obscura, é para aqueles que se perdem.

[4] Eles não acreditam, porque o deus deste mundo cegou os seus entendimentos, para não verem a luz maravilhosa do evangelho de Cristo, que é a imagem de Deus.

[5] De nós, apenas declaramos que, por escolha de Jesus, somos vossos servos.

[6] Pois Deus que disse: «Da escuridão brilhará a luz» fez brilhar a luz no nosso coração, para podermos manifestar o conhecimento das maravilhas de Deus, manifestadas na pessoa de Jesus Cristo.

[7] Mas trazemos este tesouro como que em vasilhas de barro, para que se veja que esse poder extraordinário pertence a Deus e não a mim.

[8] Sofremos em tudo dificuldades, mas não ficamos angustiados. Sentimos insegurança, mas não nos deixamos vencer.

[9] Perseguem-nos, mas não nos sentimos abandonados. Deitam-nos por terra, mas não nos destroem.

[10] Trazemos continuamente no nosso próprio corpo o sofrimento mortal de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nós.

[11] Enquanto vivemos, estamos entregues à morte, por causa de Jesus, de modo que também a sua vida se manifeste no nosso corpo mortal.

[12] Portanto, aquilo que tem mais força em nós é a morte; em vós é a vida.

[13] A Sagrada Escritura diz: Acreditei e por isso falei. Também nós acreditamos e falamos, pois temos o mesmo espírito de fé.

[14] Sabemos que Deus, que ressuscitou o Senhor Jesus, também nos há-de ressuscitar, para nos reunir convosco e com Jesus na sua presença.

[15] Tudo isto acontece para vosso bem, a fim de que, sendo muitos a experimentar a graça de Deus, sejam muitos também a agradecer a sua bondade e a dar-lhe glória.

[16] Por isso, não perdemos a coragem. E ainda que o nosso corpo se desgaste, o nosso interior renova-se de dia para dia.

[17] As aflições do momento presente são leves, comparadas com a grande e eterna glória que elas nos preparam.

[18] Não fixamos a nossa atenção nas coisas que estão à vista, mas naquelas que ainda se não vêem. Pois o que se vê é passageiro, mas o que ainda se não vê é eterno.

Segunda Carta Aos Coríntios — Chapters