
O Campeonato do Mundo de futebol masculino arranca a 11 de Junho, dentro de menos de dois meses, e vai decorrer nos Estados Unidos, no México e no Canadá com a presença de sete vencedores da prova (Argentina, Brasil, Uruguai, Inglaterra, França, Alemanha e Espanha), faltando apenas a Itália.
Dezasseis cidades vão acolher os jogos do Mundial com duas cidades canadianas, três mexicanas e onze norte-americanas, sendo que o jogo de abertura será no Estádio Azteca na cidade do México, enquanto a final será em Nova Iorque nos Estados Unidos.
Pela primeira vez na história, 48 equipas vão participar na prova, incluindo sete dos oito países que já conquistaram o troféu mundial. De notar que a Itália, que venceu quatro vezes o Campeonato do Mundo, não participa pela terceira vez consecutiva.
Há três selecções lusófonas presentes: Portugal, Brasil e Cabo Verde.
A RFI falou com Anthony Pasquale Billeri, antigo jogador norte-americano, com origens italianas, que vive nos Estados Unidos.
Em entrevista exclusiva à RFI, Tony Billeri afirmou que a população norte-americana está preparada para acolher o Mundial, mesmo se o futebol não é o desporto-rei no país, fez uma antevisão das participações dos Estados Unidos e de Portugal na prova, e admitiu que é uma decepção ter visto a Itália ser eliminada.
Ao microfone da RFI, Tony Billeri revelou-nos como surgiu a paixão pelo futebol e por que motivo decidiu colocar um ponto final na carreira antes dos 25 anos.
Tony Billeri, antigo futebolista norte-americano de 27 anos, vestiu as camisolas do Providence Friars e do Rhode Island Reds nos Estados Unidos, do Alcanenense, do SC Ideal, do Penalva do Castelo e do Lusitano Vildemoinhos em território português.
De referir que os três países organizadores: México, Canadá e Estados Unidos integram respectivamente os grupos A, B e D.
No Grupo A, os mexicanos vão ter por adversários a África do Sul, a Coreia do Sul e a Chéquia. No Grupo B, os canadianos vão defrontar a Bósnia e Herzegovina, o Qatar e a Suíça. No Grupo D, os norte-americanos vão medir forças com o Paraguai, a Austrália e a Turquia.