
Na semana passada, na Europa, o Torneio das Seis Nações de râguebi masculino foi conquistado pela França, enquanto o troféu do Rugby Europe Championship foi arrecadado por Portugal.
Estas últimas semanas os focos estiveram nas duas maiores competições de selecções no râguebi masculino na Europa: o Torneio das Seis Nações com as melhores selecções europeias e o Rugby Europe Championship que reúne as outras nações do continente europeu.
A França e Portugal acabaram por ser os vencedores destas provas com, em linha de mira, o Mundial da modalidade em 2027 que vai decorrer na Austrália.
Uma oportunidade para a RFI de conhecer a única árbitra internacional portuguesa de râguebi, Maria Heitor, que tem sido uma pioneira na arbitragem, tendo participado no Torneio das Seis Nações e no Mundial de râguebi feminino.
Maria Heitor, antes de ser árbitra, foi jogadora de râguebi durante vários anos, tendo representado o Agronomia, o Benfica ou ainda o Sporting CP em Portugal, bem como o Lille Métropole Rugby Club Villeneuvois em França.
No seu currículo, enquanto jogadora, conta com cinco campeonatos nacionais de Portugal de Sevens (ndr: râguebi de sete), seis Taças de Portugal, cinco Supertaças, quatro campeonatos nacionais do principal escalão português (entre râguebi de 10, de 13 e de 15), duas Taças Ibéricas e um campeonato nacional de França.
Em entrevista exclusiva à RFI, Maria Heitor, explicou-nos como surgiu a paixão pelo râguebi e como decidiu dirigir-se para a carreira de árbitra após ser jogadora durante vários anos.
Igualmente ao microfone da RFI, Maria Heitor também comentou o triunfo da selecção portuguesa de râguebi masculino no Rugby Europe Championship e abordou a evolução do râguebi feminino em Portugal.
Maria Heitor, árbitra portuguesa, tem uma carreira profissional também na vida civil sendo inspectora na Polícia Judiciária.