[1] Bel e Nebo, os deuses da Babilônia, se curvam enquanto são postos no chão. São transportados em carros de boi, e os pobres animais tropeçam por causa do peso;
[2] tanto os ídolos como seus donos se curvam. Os deuses não podem proteger o povo, e o povo não pode proteger os deuses; vão juntos para o cativeiro.
[3] “Ouçam-me, descendentes de Jacó, todos vocês que restam em Israel. Eu os carreguei desde que nasceram, cuidei de vocês desde que estavam no ventre.
[4] Serei o seu Deus por toda a sua vida, até que seus cabelos fiquem brancos. Eu os criei e cuidarei de vocês, eu os carregarei e os salvarei.
[5] “A quem vocês me compararão? Que imagem usarão para me representar?
[6] Alguns gastam seu ouro e sua prata e contratam um artesão para lhes fazer um deus; então se curvam diante dele e o adoram!
[7] Levam-no consigo sobre os ombros e, quando o põem no lugar, ali ele fica; não pode nem mesmo se mexer! Quando alguém lhe faz uma oração, ele não responde; não pode livrar as pessoas de suas aflições.
[8] “Não se esqueçam disto; tenham-no em mente! Lembrem-se bem, ó rebeldes!
[9] Lembrem-se do que fiz no passado, pois somente eu sou Deus; eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim.
[10] Só eu posso lhes anunciar, desde já, o que acontecerá no futuro. Todos os meus planos se cumprirão, pois faço tudo que desejo.
[11] Chamarei do leste uma ave de rapina veloz, um líder de uma terra distante, para que cumpra minhas ordens. O que eu disse, isso farei.
[12] “Ouça-me, povo teimoso que está longe da justiça.
[13] Pois estou pronto para endireitar as coisas, não no futuro distante, mas agora! Estou pronto para salvar Sião e para mostrar minha glória a Israel.”