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Listen to this chapter • 3:27

[1] Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, que é também nosso colaborador,

[2] à igreja que se reúne em sua casa, à irmã Áfia e a Arquipo, nosso companheiro de lutas.

[3] Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.

[4] Dou graças ao meu Deus, lembrando sempre de você nas minhas orações,

[5] porque tenho ouvido falar da fé que você tem no Senhor Jesus e do seu amor por todos os santos.

[6] Oro para que a comunhão da sua fé se torne eficaz no pleno conhecimento de todo o bem que há em nós, para com Cristo.

[7] Pois, irmão, o seu amor me trouxe grande alegria e consolo, visto que o coração dos santos tem sido reanimado por você.

[8] Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para ordenar a você o que convém ser feito,

[9] prefiro, no entanto, pedir em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho, e agora também prisioneiro de Cristo Jesus.

[10] Faço um pedido em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas.

[11] Antes, ele era inútil para você; atualmente, porém, é útil, para você e para mim.

[12] Eu o estou mandando de volta a você — ele, quero dizer, o meu próprio coração.

[13] Eu queria conservá-lo comigo, para que ele me servisse em seu lugar nas algemas que carrego por causa do evangelho.

[14] Mas não quis fazer nada sem o seu consentimento, para que a sua bondade não venha a ser como que uma obrigação, mas algo que é feito de livre vontade.

[15] Talvez ele tenha sido afastado de você temporariamente, a fim de que você o receba para sempre,

[16] não como escravo, mas, muito mais do que escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de você, quer como ser humano, quer como irmão no Senhor.

[17] Portanto, se você me considera companheiro, receba-o como receberia a mim.

[18] E, se ele causou algum dano a você ou lhe deve alguma coisa, ponha tudo na minha conta.

[19] Eu, Paulo, de próprio punho, escrevo isto: Eu pagarei. É claro que não preciso dizer que você me deve a própria vida.

[20] Sim, irmão, que eu receba de você, no Senhor, este benefício. Reanime o meu coração em Cristo.

[21] Certo, como estou, da sua obediência, eu escrevo a você, sabendo que fará mais do que estou pedindo.

[22] E, ao mesmo tempo, prepare-me também pousada, pois espero que, por meio das orações de vocês, eu lhes seja restituído.

[23] Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus,

[24] Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus colaboradores, mandam saudações a você.

[25] A graça do Senhor Jesus Cristo esteja com o espírito de todos vocês.