[1] Livra-me, ó Senhor , do homem mau; guarda-me do homem violento,
[2] Que pensa o mal no coração; continuamente se ajuntam para a guerra.
[3] Aguçaram as línguas como a serpente; o veneno das víboras está debaixo dos seus lábios. (Selá.)
[4] Guarda-me, ó Senhor , das mãos do ímpio; guarda-me do homem violento; os quais se propuseram transtornar os meus passos.
[5] Os soberbos armaram-me laços e cordas; estenderam a rede ao lado do caminho; armaram-me laços corrediços. (Selá.)
[6] Eu disse ao Senhor : Tu és o meu Deus; ouve a voz das minhas súplicas, ó Senhor .
[7] Ó Deus o Senhor, fortaleza da minha salvação, tu cobriste a minha cabeça no dia da batalha.
[8] Não concedas, ó Senhor , ao ímpio os seus desejos; não promovas o seu mau propósito, para que não se exalte. (Selá.)
[9] Quanto à cabeça dos que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.
[10] Caiam sobre eles brasas vivas; sejam lançados no fogo, em covas profundas, para que se não tornem a levantar.
[11] Não terá firmeza na terra o homem de má língua; o mal perseguirá o homem violento até que seja desterrado.
[12] Sei que o Senhor sustentará a causa do oprimido, e o direito do necessitado.
[13] Assim os justos louvarão o teu nome; os retos habitarão na tua presença.