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Entre batidas tribais, o misticismo dos grupos femininos dos anos 1960 e a crueza de um coração partido, Lykke Li deu vida a um dos capítulos mais densos e influentes do pop nórdico: “Wounded Rhymes” (2011). Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi) e Renan Guerra (@_renanguerra) mergulham no processo criativo do disco, a duradoura parceria com o produtor Björn Yttling e o impacto cultural de um trabalho que transformou "I Follow Rivers" em um hino geracional e ainda revelou preciosidades como "Get Some", "Sadness Is a Blessing" e "I Know Places".
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