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Na Assembleia Geral das Nações Unidas, líderes de países europeus — como França, Reino Unido, Alemanha e Itália — discursaram em defesa do direito internacional, pediram a paz e lamentaram o sofrimento dos palestinos em Gaza. Contudo, longe dos microfones da ONU, a prática de seus governos contradiz abertamente a retórica humanitária.Carlos Alberto Jr. aponta a profunda hipocrisia das potências europeias que, apesar das condenações verbais, mantém parcerias militares, comércio de armas e fornecimento de munições a Israel. Além disso, países signatários do Tribunal Penal Internacional (TPI) falham em defender a corte perante ameaças externas e continuam a permitir o livre trânsito aéreo de Benjamin Netanyahu, ignorando o mandado de prisão emitido pelo tribunal por crimes de guerra.