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Entre histórias que sobrevivem e estatísticas que se repetem, a violência contra a mulher no Brasil segue revelando um padrão que o país ainda não conseguiu interromper. A reportagem especial “Violência que se repete: um ciclo que o País não consegue quebrar” parte do relato de Maria Eduarda, sobrevivente de uma tentativa de feminicídio, para investigar por que, mesmo com leis mais duras, aumento de medidas protetivas e ampliação da rede institucional, os números continuam altos.
Com base em dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, do Observatório da Violência contra a Mulher no Rio Grande do Sul e do Mapa Nacional da Violência de Gênero do Senado, a produção confronta estatísticas nacionais e estaduais, analisa gargalos no funcionamento das Delegacias Especializadas, aponta falhas na execução de medidas protetivas e discute os limites de um modelo centrado na reação, e não na prevenção.
Ao ouvir pesquisadoras, representantes orgãos públicos, judiciário, e profissionais da psicologia, a reportagem expõe a distância entre a legislação e a realidade enfrentada pelas vítimas, especialmente mulheres negras, jovens e em situação de vulnerabilidade social. Também apresenta iniciativas como grupos reflexivos de gênero e políticas integradas de acolhimento, que mostram caminhos possíveis quando a atuação vai além da punição.
Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, e com locução convidada de Ângela Couto, dubladora, a reportagem questiona por que, diante de dados públicos e conhecidos, o ciclo ainda se repete. O Brasil reage. Mas prevenir exige mais do que endurecer penas. Exige política pública contínua, investimento estrutural e mudança cultural. Enquanto isso não acontece, os números seguem contando histórias que não deveriam terminar assim
Com base em dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, do Observatório da Violência contra a Mulher no Rio Grande do Sul e do Mapa Nacional da Violência de Gênero do Senado, a produção confronta estatísticas nacionais e estaduais, analisa gargalos no funcionamento das Delegacias Especializadas, aponta falhas na execução de medidas protetivas e discute os limites de um modelo centrado na reação, e não na prevenção.
Ao ouvir pesquisadoras, representantes orgãos públicos, judiciário, e profissionais da psicologia, a reportagem expõe a distância entre a legislação e a realidade enfrentada pelas vítimas, especialmente mulheres negras, jovens e em situação de vulnerabilidade social. Também apresenta iniciativas como grupos reflexivos de gênero e políticas integradas de acolhimento, que mostram caminhos possíveis quando a atuação vai além da punição.
Produzida pelo RW+, o Núcleo de Conteúdos Especiais do Grupo Radioweb, e com locução convidada de Ângela Couto, dubladora, a reportagem questiona por que, diante de dados públicos e conhecidos, o ciclo ainda se repete. O Brasil reage. Mas prevenir exige mais do que endurecer penas. Exige política pública contínua, investimento estrutural e mudança cultural. Enquanto isso não acontece, os números seguem contando histórias que não deveriam terminar assim