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Este episódio discute o lugar da psicanálise na sociedade e a necessidade de implicação dos psicanalistas com as questões do mundo. Relembra as clínicas públicas criadas por Freud como experiências de democratização e contrapõe isso ao elitismo que ainda marca parte da prática psicanalítica. Argumenta que o racismo, o machismo, a desigualdade e os preconceitos de classe atravessam a escuta clínica, e que ignorá-los é repetir o apagamento social. Defende uma psicanálise comprometida com o mal-estar coletivo e com o acolhimento de todos os sujeitos — não apenas dos que podem pagar por ele.