
Por que diante de uma mesma situação, duas pessoas podem agir de formas tão diferentes? O que faz com que a gente se comporte de um jeito e não de outro? As respostas para essas perguntas invadiram a minha cabeça numa tarde de domingo, quando Amanda e eu decidimos fazer um omelete.
Ela começou a picar o queijo e já colocar dentro da vasilha em que a gente faria o omelete e eu quebrei a casca do primeiro ovo e fui direto colocar dentro da mesma vasilha também. Foi quando ela deu um grito assustado, dizendo: NÃO! E a minha primeira resposta, também assustada, foi: o que aconteceu? E ela disse: o ovo, o ovo pode estar estragado, tem que quebrar em outra vasilha antes de misturar tudo. E eu respondi: ai, nem lembrei, eu nunca lembro, acho que é porque, por incrível que pareça, eu nunca peguei um ovo estragado.
Naquele dia, nem eu nem a Amanda sabíamos: mas aquela cena era uma ilustração real e ótima sobre o que uma psicóloga chamada Emma Reed Turrel chama de teoria dos pontos cegos. E é por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, cê vem?
edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogaca
texto: @natyops
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Livro que eu cito no episódio: O que eu não estou vendo?
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