Emilio Garcia, Carlos Ruas e Mila Massuda conversam sobre um estudo publicado na Neuron que investigou como experiências estressantes durante a infância podem continuar influenciando nossa resposta ao estresse muito tempo depois. Em experimentos com camundongos, os pesquisadores encontraram alterações epigenéticas capazes de influenciar a forma como determinados genes respondem a novas situações de estresse mais tarde na vida.
REFERÊNCIA
Kim, H. J. J., Geiger, L. T., Balouek, J.-A., Fang, L. Z., Barrett, M. R., Thompson, J. M., Farrelly, L. A., Hage, T., Lin, R., Chen, A. S., Tang, M., Huang, H., Buretta, A., Chan, A., Bennett, S. N., Garcia, B. A., Maze, I., Creed, M. C., & Peña, C. J. (2027). Early-life stress alters H3K4me1 in VTA to prime stress sensitivity. Neuron, 115, 1–14. https://doi.org/10.1016/j.neuron.2026.07.018Ficha técnica
Produção: Mila Massuda
Direção: Clayton Heringer
Video: Rodrigo Chaves
Edição: Visage Agência
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Gravado nos estúdios TocaCast, uma iniciativa da Tocalivros
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