Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (11):
O ministro André Mendonça, do STF, retirou o sigilo dos inquéritos referentes ao Banco Master nesta sexta-feira (11), atendendo à determinação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (11), ter feito uma retirada seletiva do sigilo de documentos relacionados às investigações sobre o Banco Master. Segundo a resposta apresentada pelo magistrado, foram tornados públicos todos os procedimentos relacionados ao tema que serão analisados pelo plenário da Corte na próxima terça-feira (15).
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (11) que o caso envolvendo os relatórios da Polícia Federal sobre o Banco Master ainda não está pronto para ser julgado. Em ofício enviado a Edson Fachin, o decano pediu que o presidente da Corte concentre a condução dos procedimentos ligados à crise antes de levar o tema ao plenário.
Após André Mendonça negar que tenha sido seletivo na divulgação de documentos do caso Banco Master, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (11) que todos os integrantes da Corte tenham acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro. O material está relacionado ao processo que será analisado pelo plenário na próxima terça-feira (15).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a contestar nesta sexta-feira (11) a forma como André Mendonça liberou documentos ligados ao caso Banco Master. Em novo ofício enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes afirmou que 18 procedimentos inteiros e outros 180 documentos continuam fora do acesso dos demais ministros e acusou Mendonça de agir em proteção a um determinado grupo político.
Em conversas reservadas com o presidente do STF, Edson Fachin, ministros da Corte alertaram para a alta probabilidade de um pedido de vista durante a sessão extraordinária do Caso Master, marcada para terça-feira (15). A movimentação articular um eventual adiamento da votação no plenário, ampliando as incertezas jurídicas.
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