
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (02):
Em forte discurso, o presidente Lula (PT) atacou duramente os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, rotulando-os de "vendilhões da pátria" e "traidores".
O relatório do Departamento de Comércio dos EUA justificou a análise de um novo tarifaço contra o Brasil apontando problemas estruturais graves: práticas de censura judicial, intervenção digital nas redes sociais e corrupção.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rebateu as acusações do presidente Lula (PT), que o chamou de "traidor" e "imbecil" em Goiás. O pré-candidato revelou que fez um apelo expresso a Donald Trump, J.D. Vance e Marco Rubio para que o Brasil não sofresse novas sanções econômicas.
O novo levantamento do IBPT revelou que o brasileiro médio precisou trabalhar exatos 150 dias em 2026 — de 1º de janeiro a 30 de maio — apenas para quitar seus impostos, taxas e contribuições.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) elevou o tom contra seu provável rival ao Palácio dos Bandeirantes, Fernando Haddad (PT). Em entrevista, Tarcísio ironizou a passagem do petista pela Esplanada, chamando-o de "o melhor ministro da Fazenda da história do Paraguai".
O ex-ministro da Justiça e do STF, Ricardo Lewandowski, subiu o tom contra o desenho institucional brasileiro. O jurista afirmou que a clássica separação de Poderes "não funciona mais" e gera uma paralisia.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, elevou ao limite o tom contra Brasília durante depoimento ao Comitê de Relações Exteriores do Senado. Rubio listou o Brasil como uma das poucas exceções de aliados na América Latina, emparelhando o país a regimes como Cuba, Venezuela e Nicarágua.
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