
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (26):
O deputado Rogério Correia (PT-MG) admite ter agredido o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) durante confusão na CPMI do INSS. O episódio ocorreu após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva. O parlamentar afirmou ter reagido a provocações e pediu desculpas nas redes sociais.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) comenta a confusão registrada na CPMI do INSS após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva. Segundo ele, a base governista tentou reverter o resultado da votação e tumultuou a sessão. Girão afirma que a comissão seguirá investigando o caso.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirma que não abriria uma CPI para investigar o Banco Master neste momento. Ele argumenta que já há 16 CPIs protocoladas e que apenas cinco podem funcionar simultaneamente, seguindo ordem cronológica. A decisão acompanha posicionamento semelhante no Senado.
O Judiciário adiou para março o julgamento sobre a suspensão dos chamados “penduricalhos”, verbas indenizatórias que podem elevar salários acima do teto constitucional. Durante a sessão, associações de magistrados defenderam os auxílios e uma juíza aposentada afirmou que o salário “mal paga um lanche”. O presidente do STF, Edson Fachin, classificou o tema como “tormentoso”.
Parlamentares da base governista recorrem ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar anular a decisão da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário de Fábio Luiz Lula da Silva. Governistas alegam erro na contagem de votos e questionam a votação simbólica conduzida pelo presidente da comissão.
Pesquisa Atlas Intel em parceria com a Bloomberg revela que 91,5% dos brasileiros acreditam que organizações criminosas exercem controle ou forte influência sobre a política e a Justiça no país. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de aproximadamente um ponto percentual.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, defende a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e compara a proposta ao fim da escravidão no Brasil. Segundo ele, decisões consideradas “impossíveis” no passado também enfrentaram resistência antes de se tornarem avanços históricos. A votação da matéria está prevista para maio.
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