A grande imprensa brasileira, também chamada de imprensa hegemônica, tem dado importância a temas realmente desimportante, sobretudo diante dos problemas graves e urgentes que o País está vivendo e não consegue solução no curto prazo. Dia desses a Folha de S.Paulo deu uma página inteira para entrevista com o filho do ex-prefeito Bruno Covas - nada contra o garoto e muito menos com o falecido prefeito - algo bonito, mas sem qualquer relevância. Depois ressuscitou o deputado Aécio Neves, um cadáver político que segue vagando por Brasília. Depois de todos os prejuízos que trouxe a Nação, quando não aceitou a derrota nas urnas para a presidente Dilma e lançou suspeição à segurança das urnas eletrônicas - pediu até auditoria, que foi feita e só reafirmou a segurança das urnas. Não satisfeito, foi ao tribuna do Congresso dizer que iria transformar o mandato da presidenta num inferno. Mal perdedor! Depois disso, foi acusado de receber propinas da JBS. Escondeu-se em sua casa em Brasília para não dar explicações. Agora, aliado de Bolsonaro, ressurge das cinzas para bancar o apaziguador do PSDB que vivem em chamas por causa da candidatura do Bolsodoria, o ex-governador São Paulo, João Dória, que indicado pelo partido para concorrer a presidência e não decola, não desgruda do 1% das intenções de votos. E a imprensa dá amplos espaços a estas pessoas que já foram importantes e hoje não são decisivas. A imprensa tem que se definir, escolher o lado que deseja ficar, entre a civilização e a barbarie