
Como diria o velho e popular Adoniran Barbosa, os Homem virão com as ferramentas que o dono mandou derrubar! Para não sair desse estado num strike semântico, Marilia Santos conduz uma conversa na presença de Elis Regina, o interlocutar à reflexão.
O conceito de Guerra Artificiosa simbolizada nesse EP não é um termo acadêmico padrão, mas carrega uma semântica poderosa: sugere um conflito travado não apenas por máquinas, mas por meio do artifício, da simulação e da manipulação da percepção.
No contexto do Maliarte Tecnologia Afetiva, onde o foco é o impacto social e o empreendedorismo humano, podemos definir esse conceito como o estágio onde a disputa geopolítica e comercial deixa de ser sobre "quem tem mais poder de processamento" e passa a ser sobre "quem domina a narrativa da realidade" usando IA.
- Definindo a "Guerra Artificiosa"
Diferente da guerra cibernética tradicional (focada em derrubar sistemas), a Guerra Artificiosa foca em:
- Deepfakes e Desinformação Sintética: A criação de evidências falsas tão perfeitas que a verdade se torna irrelevante.Erosão da Cognição: O uso de algoritmos para saturar o debate público, gerando fadiga mental e apatia social.Invisibilidade: O conflito acontece no "back-end" da sociedade, moldando o que as pessoas sentem e compram sem que elas percebam a agressão.
Se o objetivo é conectar esse movimento à capacidade da IA de "saber tudo" (omnisciência) e trazer isso para a linguagem do seu canal, precisamos de algo que soe tecnológico, mas que mantenha a provocação ética.
A definição: É o estado de conflito onipresente onde a IA, por possuir uma visão multivariada da sociedade (acesso a dados biométricos, comportamentais e históricos), antecipa e neutraliza resistências humanas antes mesmo delas ocorrerem.