23 October 2026
Jornal da Manhã - 23/10/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Mendonça nega obrigação do TSE na abertura de sigilos / Datafolha traz 50% para Lula e 50% para Flávio
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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (23):
O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu no processo sobre a quebra de sigilos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que não cabe ao tribunal definir ou chancelar o que os candidatos à Presidência da República desejam divulgar; em seu posicionamento, o magistrado afirmou que ambos os concorrentes têm plena liberdade para tornar públicos seus dados bancários e fiscais de forma voluntária, sem a necessidade de aval da Justiça Eleitoral. Reportagem: Marco Viana.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a mobilização de tropas federais para reforçar a segurança e garantir a ordem em 15 municípios do estado do Rio de Janeiro durante a votação do segundo turno das eleições, neste domingo (25); os efetivos militares atuarão diretamente no patrulhamento ostensivo das áreas apontadas pela Justiça Eleitoral e prestarão suporte logístico na distribuição e guarda das urnas eletrônicas. Reportagem: Rodrigo Viga.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer contrário ao pedido de acesso aos registros de entrada e saída da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro no Senado Federal; a manifestação da PGR foi juntada ao mandado de segurança impetrado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo), que contestava a negação do Senado sob a justificativa de preservação de dados pessoais e privacidade de circulação na Casa. Reportagem: Marco Viana.
A nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (22), registrou um empate numérico exato de 50% dos votos válidos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento, que desconsidera votos brancos e nulos na contagem, representa o penúltimo levantamento divulgado pelo instituto de pesquisa antes da realização da votação em segundo turno das Eleições 2026.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, fixou um prazo de 24 horas para que a Meta apresente um relatório técnico detalhado referente às atividades e ao funcionamento do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Administrada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e voltada ao engajamento de apoiadores, a comunidade virou alvo de contestação da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL), levando a Justiça Eleitoral a exigir esclarecimentos da big tech sobre o cumprimento dos planos de conformidade e a eventual detecção de condutas coordenadas no aplicativo de mensagens. Reportagem: Marco Viana.
Um grupo de 13 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg, cobrando esclarecimentos sobre possíveis diferenças de tratamento entre as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas plataformas da empresa durante as eleições brasileiras. O documento aponta denúncias de supressão de conteúdos da candidatura petista e amplificação de publicações ligadas ao candidato do PL. Os parlamentares ressaltam a responsabilidade das empresas de tecnologia em garantir condições equitativas e igualdade de alcance nas disputas democráticas. Reportagem: Eliseu Caetano.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 12 horas para a Meta detalhar a distribuição e o alcance algorítmico das publicações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) no Instagram. O descumprimento da ordem prevê multa de R$ 100 mil por hora de atraso. A decisão atende a um recurso da campanha de Lula (PT), que questiona o engajamento atípico das publicações e apura possível desigualdade no sistema de recomendação da plataforma na reta final das eleições. Reportagem: Beatriz Souza.
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O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu no processo sobre a quebra de sigilos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que não cabe ao tribunal definir ou chancelar o que os candidatos à Presidência da República desejam divulgar; em seu posicionamento, o magistrado afirmou que ambos os concorrentes têm plena liberdade para tornar públicos seus dados bancários e fiscais de forma voluntária, sem a necessidade de aval da Justiça Eleitoral. Reportagem: Marco Viana.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a mobilização de tropas federais para reforçar a segurança e garantir a ordem em 15 municípios do estado do Rio de Janeiro durante a votação do segundo turno das eleições, neste domingo (25); os efetivos militares atuarão diretamente no patrulhamento ostensivo das áreas apontadas pela Justiça Eleitoral e prestarão suporte logístico na distribuição e guarda das urnas eletrônicas. Reportagem: Rodrigo Viga.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer contrário ao pedido de acesso aos registros de entrada e saída da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro no Senado Federal; a manifestação da PGR foi juntada ao mandado de segurança impetrado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo), que contestava a negação do Senado sob a justificativa de preservação de dados pessoais e privacidade de circulação na Casa. Reportagem: Marco Viana.
A nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (22), registrou um empate numérico exato de 50% dos votos válidos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento, que desconsidera votos brancos e nulos na contagem, representa o penúltimo levantamento divulgado pelo instituto de pesquisa antes da realização da votação em segundo turno das Eleições 2026.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, fixou um prazo de 24 horas para que a Meta apresente um relatório técnico detalhado referente às atividades e ao funcionamento do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Administrada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e voltada ao engajamento de apoiadores, a comunidade virou alvo de contestação da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL), levando a Justiça Eleitoral a exigir esclarecimentos da big tech sobre o cumprimento dos planos de conformidade e a eventual detecção de condutas coordenadas no aplicativo de mensagens. Reportagem: Marco Viana.
Um grupo de 13 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg, cobrando esclarecimentos sobre possíveis diferenças de tratamento entre as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas plataformas da empresa durante as eleições brasileiras. O documento aponta denúncias de supressão de conteúdos da candidatura petista e amplificação de publicações ligadas ao candidato do PL. Os parlamentares ressaltam a responsabilidade das empresas de tecnologia em garantir condições equitativas e igualdade de alcance nas disputas democráticas. Reportagem: Eliseu Caetano.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 12 horas para a Meta detalhar a distribuição e o alcance algorítmico das publicações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) no Instagram. O descumprimento da ordem prevê multa de R$ 100 mil por hora de atraso. A decisão atende a um recurso da campanha de Lula (PT), que questiona o engajamento atípico das publicações e apura possível desigualdade no sistema de recomendação da plataforma na reta final das eleições. Reportagem: Beatriz Souza.
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