
No final do século XIX, o chamado Estado Livre do Congo foi apresentado à comunidade internacional como um projeto civilizatório e filantrópico sob a liderança do rei Leopoldo II da Bélgica, mas na prática transformou-se em um regime de exploração brutal voltado à extração de borracha e marfim. A imposição de metas impossíveis, o trabalho forçado, as punições coletivas, as mutilações e as execuções produziram uma catástrofe demográfica de enormes proporções, denunciada ainda à época por missionários, jornalistas e diplomatas. A violência sistemática contra as populações congolesas expôs as contradições do imperialismo europeu e provocou um escândalo internacional que acabou levando à incorporação do território pelo Estado belga em 1908, encerrando o domínio pessoal de Leopoldo II. Convidamos Evander Ruthieri da Silva para analisar o funcionamento do Estado Livre do Congo, os mecanismos de violência e exploração implementados no território e o debate historiográfico sobre a dimensão desses crimes, discutindo inclusive se é possível ou não classificá-los como genocídio.
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