
Os preços do petróleo no mercado internacional voltaram a subir e ultrapassaram os 100 dólares por barril, algo que não acontecia há mais de três anos e meio. A alta está ligada principalmente à guerra no Irã, que está afetando a produção e o transporte de petróleo no Oriente Médio.
O petróleo Brent, que é a principal referência mundial, chegou a cerca de 114 dólares por barril, uma alta de mais de 23% em comparação com o fechamento da última sexta-feira. Já o WTI, que é o petróleo produzido nos Estados Unidos, também passou dos 114 dólares, com aumento de quase 26%.
Outro fator que aumentou a tensão no mercado foi a escolha de Mojtaba Khamenei, filho do líder iraniano Ali Khamenei, morto recentemente em um ataque, como novo líder supremo do Irã.
Além disso, a guerra está ameaçando uma das rotas mais importantes do petróleo no mundo: o estreito de Ormuz. Por esse local passam cerca de 20% de todo o petróleo transportado diariamente no planeta. Com o risco de ataques com mísseis e drones, muitos navios petroleiros estão evitando a região, o que reduz a oferta e faz o preço subir no mercado internacional.
China alerta para escassez global de chips em meio à briga acirrada com Nexperia
Uma nova disputa entre empresas ligadas à produção de chips eletrônicos pode voltar a causar problemas na fabricação de carros e outros produtos no mundo.
O alerta foi feito pelo Ministério do Comércio da China, que teme uma nova crise na cadeia de suprimentos de semicondutores, os pequenos componentes eletrônicos usados em celulares, computadores e veículos.
O problema envolve a empresa Nexperia, fabricante de chips com sede na Holanda, e sua antiga controladora chinesa, a Wingtech. No ano passado, a China chegou a limitar a exportação de chips produzidos pela Nexperia em território chinês. Como esses chips são muito usados em sistemas eletrônicos de carros, várias montadoras no mundo tiveram que parar parte da produção.
Depois de negociações entre governos, a situação havia melhorado. Mas o conflito voltou a crescer. A direção holandesa da Nexperia — que tem apoio dos Estados Unidos — concorda com a decisão que tirou o controle da empresa das mãos da Wingtech. Já a empresa chinesa quer recuperar esse controle, o que mantém a tensão no setor e pode afetar novamente o fornecimento de chips para a indústria global.
Alzheimer é a segunda doença mais temida pelos brasileiros, atrás apenas do câncer
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostra que o Alzheimer está entre as doenças que mais preocupam os brasileiros.
O levantamento foi feito pelo instituto Datafolha, com mais de 2 mil pessoas em todo o país, e indica que o câncer ainda é a doença mais temida, citada por 75% dos entrevistados quando pensam no diagnóstico que mais temem que atinja alguém da família ou um amigo.
Em segundo lugar aparece o Alzheimer, lembrado por 13% das pessoas. Em seguida vêm AIDS, com 9%, e Parkinson, citado por 1% dos entrevistados.
A pesquisa também mostra que o Alzheimer está presente na realidade de muitas famílias: quatro em cada dez brasileiros disseram conhecer alguém que tem a doença, que afeta principalmente a memória e costuma atingir pessoas idosas.