
A China recebeu Trump e Putin na mesma semana — e saiu ganhando dos dois
Geografia em Meia Hora
Em maio de 2026, Xi Jinping recebeu Donald Trump. Quatro dias depois, recebeu Vladimir Putin. Com o mesmo tapete vermelho, a mesma orquestra militar, a mesma cerimônia no Grande Salão do Povo. A China se tornou o único lugar do mundo onde os dois lados da geopolítica atual precisam ir — e essa posição tem um preço que ninguém está cobrando ainda.O summit Putin-Xi de Pequim aconteceu num momento específico: Trump tinha acabado de sair sem acordo estrutural com a China. Os dois líderes assinaram 40 acordos e uma declaração conjunta de 47 páginas. E o gasoduto que a Rússia mais precisava — o "Força da Sibéria 2" — ficou mais uma vez no papel.Se esse tipo de análise faz sentido pra você, se inscrever no canal ajuda muito a continuar produzindo. Um comentário com o que você achou do episódio — ou com o que ficou faltando — também é sempre bem-vindo.Nesse episódio:
• O que foi assinado (e o que não foi) no summit de Pequim
• Por que o gasoduto Força da Sibéria 2 ainda não existe — e o que isso revela
• Quem ganha e quem perde nessa relação assimétrica
• A contradição que Xi não consegue resolver: mediador global ou cúmplice?
• O que o eixo sino-russo significa para o Brasil e os BRICS
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