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Meta Glasses; ‘Bug do Milênio'; dedurando a IA; você dorme, o Chat trabalha; Brasil vence EUA em IA
01 September 2026

Meta Glasses; ‘Bug do Milênio'; dedurando a IA; você dorme, o Chat trabalha; Brasil vence EUA em IA

Deu Tilt

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A Meta fez o que Apple, Google e Snap até tentaram, mas não conseguiram: criar óculos inteligentes que as pessoas queiram usar sem parecerem estranhas. A irritação com o acessório não é de seus donos, mas de quem está na presença de quem usa o aparelho: ser filmado sem aviso. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a Meta encontrou a fórmula do sucesso para criar óculos conectados atrativos onde outras empresas fracassaram. Os Meta Glasses viraram uma nova categoria de produto, perseguida por rivais e com direito a falsificações, do tipo ‘Meta Glasses da Shopee’. Mas o dispositivo carrega os anos de violações à privacidade de sua criadora, também dona do Facebook e Instagram. Isso tem rendido críticas a personalidades que o promovem, como Kylie Jenner e Bruna Marquezine, além de um indigesto apelido.

Pavor da internet na virada para os anos 2000, o ‘Bug do Milênio’ ameaçou transportar o mundo conectado para uma realidade offline. Superado às custas de muito dinheiro investido, o problema está de volta. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam o retorno do ‘Bug do Milênio’, que tem nova data para acontecer. Desta vez, o problema não é o contador de data de sistemas conectados, mas sim a contagem de segundos, que é finita e vai acabar. Se nada for feito, programas de equipamentos hospitalares a carros conectados entrarão em pane. Eles serão transportados para o passado, mas o problema é tão sério e incerto que não se sabe para quando.

Uma hora isso iria acontecer. Uma avalanche de conteúdos sintéticos, ou seja, feitos com inteligência artificial, inunda as plataformas digitais. E, se antes incentivavam imagens, vídeos e áudios feitos artificialmente, elas agora querem dar uma freada —ou, ao menos, sinalizar o que tem dedo da IA. No novo episódio, Deu Tilt explica como uma onda de recursos ‘dedo-duro de IA’ estão sendo implantados em serviços digitais tão diversos quanto redes sociais, streamings de música e até em serviços de mapas.

“Trabalhe enquanto eles dormem” é o mote de muito empreendedor de sucesso. Mas a vida pode ser diferente se você souber usar inteligência artificial direito. Diogo Cortiz explica como fazer o ChatGPT trabalhar a seu favor enquanto você dorme.

A corrida pela hegemonia na inteligência artificial é encabeçada por Estados Unidos e China, que disputam para ver quem tem os chips mais poderosos, os modelos mais capazes, os cientistas mais brilhantes e a maior quantidade de dinheiro para investir em data centers. Quando se pensa na dianteira dessa disputa, o Brasil e a América Latina não são lembrados. Mas há uma categoria em que nosso país e nossos vizinhos deixam americanos comendo poeira. Helton Simões Gomes conta como, em adoção e entusiasmo com a tecnologia, brasileiros são imbatíveis, segundo pesquisa da eMarketer. E, longe de serem desprezíveis, essas características são determinantes para separar países onde uma tecnologia pega daqueles onde ela é apenas uma esperança.