28 September 2026
Curioso por Ciência #126: Avaliação combinada melhora rastreamento da pré-eclâmpsia desde o início da gestação
Curioso por Ciência - USP
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A pré-eclâmpsia é um problema que pode surgir durante a gravidez e tem como uma de suas principais características o aumento da pressão arterial. Em alguns casos, pode causar complicações para a mãe e para o bebê.
Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que avaliou uma forma de identificar, ainda no primeiro trimestre da gravidez, as mulheres com maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia.
Uma das maneiras de avaliar esse risco é analisar o histórico de saúde da gestante, considerando, por exemplo, se ela já apresentou pré-eclâmpsia em outra gravidez ou se possui determinados problemas de saúde. A pesquisa investigou uma avaliação mais completa, que reúne o histórico da gestante, a medição da pressão arterial, um exame de ultrassom e exames de sangue. Todas essas informações podem ser obtidas no começo da gravidez.
O estudo reuniu dados de gestantes atendidas em diferentes centros de saúde do Brasil. Ao todo, 1.776 mulheres fizeram parte da análise final. Elas foram acompanhadas para que os pesquisadores verificassem quais desenvolveriam pré-eclâmpsia e comparassem o resultado com o risco calculado no início da gestação.
Ao combinar as diferentes informações, os pesquisadores conseguiram identificar cerca de oito em cada dez casos de pré-eclâmpsia ocorridos antes do tempo esperado para o nascimento do bebê. O resultado foi melhor do que o obtido com a análise isolada do histórico de saúde da gestante.
A identificação de um risco maior não significa que a mulher necessariamente desenvolverá pré-eclâmpsia. O resultado indica a necessidade de maior atenção durante a gestação, permitindo que os profissionais de saúde acompanhem a paciente e avaliem as medidas preventivas adequadas para cada caso. A pesquisa mostrou que essa avaliação combinada pode ser utilizada entre gestantes brasileiras e realizada ainda nos primeiros meses da gravidez.
A pesquisa é parte do doutorado Validação prospectiva do screening de pré-eclâmpsia no primeiro trimestre na população brasileira, de Michael de Mello Constantino, orientado pelo professor Fabrício da Silva Costa no Programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia da FMRP, concluído em 2026.
Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que avaliou uma forma de identificar, ainda no primeiro trimestre da gravidez, as mulheres com maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia.
Uma das maneiras de avaliar esse risco é analisar o histórico de saúde da gestante, considerando, por exemplo, se ela já apresentou pré-eclâmpsia em outra gravidez ou se possui determinados problemas de saúde. A pesquisa investigou uma avaliação mais completa, que reúne o histórico da gestante, a medição da pressão arterial, um exame de ultrassom e exames de sangue. Todas essas informações podem ser obtidas no começo da gravidez.
O estudo reuniu dados de gestantes atendidas em diferentes centros de saúde do Brasil. Ao todo, 1.776 mulheres fizeram parte da análise final. Elas foram acompanhadas para que os pesquisadores verificassem quais desenvolveriam pré-eclâmpsia e comparassem o resultado com o risco calculado no início da gestação.
Ao combinar as diferentes informações, os pesquisadores conseguiram identificar cerca de oito em cada dez casos de pré-eclâmpsia ocorridos antes do tempo esperado para o nascimento do bebê. O resultado foi melhor do que o obtido com a análise isolada do histórico de saúde da gestante.
A identificação de um risco maior não significa que a mulher necessariamente desenvolverá pré-eclâmpsia. O resultado indica a necessidade de maior atenção durante a gestação, permitindo que os profissionais de saúde acompanhem a paciente e avaliem as medidas preventivas adequadas para cada caso. A pesquisa mostrou que essa avaliação combinada pode ser utilizada entre gestantes brasileiras e realizada ainda nos primeiros meses da gravidez.
A pesquisa é parte do doutorado Validação prospectiva do screening de pré-eclâmpsia no primeiro trimestre na população brasileira, de Michael de Mello Constantino, orientado pelo professor Fabrício da Silva Costa no Programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia da FMRP, concluído em 2026.