Métodos naturais: a contracepção politizada
28 May 2026

Métodos naturais: a contracepção politizada

Ciência Suja

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Os chamados “métodos naturais de contracepção” estão sendo instrumentalizados para potencializar um discurso que ataca os direitos reprodutivos e sexuais das mulheres. E isso manipulando dados científicos.


A jornalista Jéssica de Almeida mostra como uma lei local — a criação do Dia Municipal dos Métodos Naturais, em Belo Horizonte (MG) — é parte de uma estratégia maior, que vem ganhando espaço no Brasil. Este episódio é o primeiro da nossa chamada de pautas sobre as eleições de 2026. 


O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil. 


Para participar do financiamento coletivo do Ciência Suja e conferir o material complementar do episódio, acesse o site: cienciasuja.com.br


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Nota da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte:


A Secretaria Municipal de Saúde informa que cabe à mulher a escolha do método contraceptivo. Nesse contexto, os profissionais de saúde devem atuar como facilitadores do processo, oferecendo informações claras, imparciais e atualizadas sobre os diferentes métodos disponíveis, incluindo eficácia, possíveis efeitos colaterais, contraindicações e modo de uso.


A Secretaria Municipal de Saúde esclarece ainda possui um protocolo de planejamento sexual e reprodutivo, que pode ser consultado no link: https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2025/28-02-2025_smsa_planejamento-seuxual.pdf