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07 July 2020

Série Pesquisas #03 - Crescem as vendas do varejo pela internet

Pós-Graduação Inteligência de Mercado SENAC

Neste programa, trataremos do crescimento das vendas do varejo pela internet.

No mês de abril de 2020, houve um registro do crescimento das compras online. Segundo a Kantar, o aumento foi de 19% para 34%, refletindo na queda das compras em lojas físicas, de 32% para 46%.

Os hábitos dos brasileiros estão mudando, com o momento da pandemia e a necessidade de ficar mais tempo em casa. Produtos e serviços que ainda eram pouco comercializados apareceram na lista dos mais procurados, como medicamentos, alimentos e bebidas, além de produtos de petshops, segundo a Compre & Confie. Além desses itens, instrumentos musicais e brinquedos aparecem nas categorias que tiveram o maior crescimento em volume de compras.

Em fevereiro, a ABCOMM (associação brasileira de comércio eletrônico) estimava um crescimento de 18% do comércio eletrônico para o ano de 2020, movimentando R$ 106 bilhões de reais. Esses números já estão saturados. A nova projeção é de um crescimento de 41,7% e um movimento de R$ 403 bilhões de reais.

As vendas online impulsionaram as entregas delivery, onde o usuário recebe em casa os produtos, e as entregas drive-thru. O usuário faz o pedido online, agenda a retirada, vai até o ponto de entrega e apenas retira o produto. Em vários casos, não é preciso sair do carro, a entrega é colocada no carro.

No portal do SEBRAE tem uma série de dicas que auxiliam o microempreendedor a lançar os seus produtos em lojas virtuais, que permitem a continuidade das vendas. Para fazer diferente, o microempreendedor precisa repensar nas suas estratégias.

Mais informações poderão adquiridas no Portal do SEBRAE, no site www.sebrae.com.br

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30 June 2020

Série Pesquisas #02 - Os créditos disponíveis para o microempreendedor individual

Pós-Graduação Inteligência de Mercado SENAC

Neste programa, trataremos dos créditos disponíveis para o microempreendedor individual.

O Ministério da Economia anunciou no dia 09 de junho a liberação de aproximadamente 16 bilhões de reais do Tesouro Nacional para empréstimos aos microempreendedores. O anúncio foi feito com a divulgação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – PRONAMPE.

O programa pode beneficiar aproximadamente 4,5 milhões de empresas, caracterizadas como EPP, ME ou MEI, segundo fonte do DATASEBRAE. São empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 (quatro, oito) milhões, considerando a receita bruta apurada no exercício de 2019: As empresas classificadas como MEI tem o faturamento de até R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais). Microempresas podem ter o faturamento igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais). Empresas de pequeno porte possuem um faturamento entre R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais).

O valor liberado corresponde a até 30% da receita bruta anual com base de 2019. O microempreendedor poderá pagar em até 36 meses e terá uma carência de 8 meses. Os juros correspondem a 3% ao ano acrescido de 1,25% sobre o valor liberado.

O microempreendedor deverá assegurar os empregos, como contrapartida. Para solicitar o empréstimo, o microempreendedor deverá solicitá-lo em bancos públicos, privados, cooperativas, cooperativas de crédito, agências de fomento estaduais, bancos cooperados, bancos participantes do sistema de pagamentos brasileiro, fintechs e organizações de sociedade civil de interesse público de crédito. Até o fechamento deste podcast, apenas a Caixa Econômica Federal e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais estavam habilitadas. É uma operação segura para a instituição financeira que adere ao programa porque pode requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operação, conhecido como FGO.

As micro e pequenas empresas poderão usar os recursos obtidos para realizar investimentos (adquirir máquinas e equipamentos, realizar reformas) e/ou para despesas operacionais (salário dos funcionários, pagamento de contas como água, luz, aluguel, compra de matérias primas, mercadorias, entre outras).

Para contratar, o microempreendedor poderá fazê-lo pelo site caixa.gov.br/caixacomsuaempresa. É necessário que o microempreendedor preencha o formulário de interesse, com as informações da empresa. A Caixa Econômica entrará em contato pelos meios informados no cadastro. No BDMG, entre no site www.bdmg.mg.gov.br/produtos-covid. Em seguida, clique no botão “simule e contrate online agora”.

Há limites para empresas com menos de 12 meses de funcionamento, como a disponibilidade de apenas 50% do capital social ou até 30% da média do faturamento mensal apurado desde o início das atividades.

Não incidirá imposto sobre operações financeiras, o IOF, e é cobrada a tarifa de concessão de crédito de 3%, limitado a R$ 5 mil reais.

Mais informações poderão adquiridas no Portal do Empreendedor, no site http://www.portaldoempreendedor.gov.br/

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23 June 2020

Série Pesquisas #01 - A PNAD-COVID19

Pós-Graduação Inteligência de Mercado SENAC

Neste programa, trataremos dos dados da PNAD-COVID19.

Com o surgimento da COVID-19, o IBGE passou a divulgar uma pesquisa com o objetivo de apoiar os esforços no combate à Covid-19. A PNAD-COVID19.

A PNAD é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, o IBGE a criou em 1967, foi encerrada em 2016, com a divulgação das informações referentes a 2015, sendo substituída pela PNAD Contínua, mais abrangente e com divulgação de informações trimestrais.

A PNAD-COVID19 utiliza, como metodologia, entrevistas feita por ligações telefônicas, com duração média de 10 minutos e não pede informações sigilosas ou de cunho pessoal, como dados bancários e opiniões políticas.

A pesquisa procura estimar o número de pessoas com sintomas referidos, associados à síndrome gripal, e monitorar os impactos da pandemia da COVID-19 no mercado de trabalho brasileiro.

As divulgações semanais começaram em 16 de junho e as próximas ocorrerão em 26 de junho, 03 e 10 de julho, assim sucessivamente. A divulgação mensal se dará na 4ª semana de cada mês.

No site covid19.ibge.gov.br o IBGE apresenta um percentual dos sintomas apresentados, como dor de cabeça (com 4,9%), nariz entupido ou escorrendo (com 3,9%) e tosse (com 3,1%). Outro número é o de força de trabalho, detalhando 29,9% das pessoas estão afastadas ou desocupadas.

A pesquisa é mais profunda com dados da saúde, traz um painel interativo e disponibiliza base de dados, da quantidade de UTIs, respiradores, médicos e enfermeiros, por município ou por estado. Outra informação importante é o registro de óbitos, o número de população com idade de 60 anos ou mais.

Para pesquisas, os dados secundários desta pesquisa podem ser úteis, inclusive, para comparativos temporais.

Este Podcast foi desenvolvido pelo Prof. Agnaldo Antonio dos Santos, doutorando em Administração e pesquisador. O Podcast Pim é publicado semanalmente neste canal.

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Um abraço e até a próxima.

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